“Fibra Viva: olhares sobre o sisal e a identidade coiteense” é uma exposição fotográfica documental e artística do fotógrafo Giovane Almeida, que busca apresentar diferentes perspectivas sobre a cultura do sisal no território de Conceição do Coité. Por meio de fotografias, elementos artesanais e estruturas produzidas com flecha de sisal, a exposição propõe um olhar sobre memória, trabalho, identidade cultural e pertencimento, aproximando o público das histórias, paisagens e vivências ligadas ao território sisaleiro.
Esta página foi criada como um recurso de acessibilidade da exposição fotográfica, reunindo todas as obras apresentadas, acompanhadas de descrições acessíveis das imagens.
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Esperamos que esta experiência amplie as diferentes formas de perceber, sentir e interpretar a exposição.
A imagem mostra uma área de plantação de sisal em ambiente rural, cercada por vegetação típica do semiárido. O solo é seco, coberto por restos de fibras, folhas e resíduos do beneficiamento da planta. Ao fundo e nas laterais, é possível observar diversos pés de sisal ainda plantados, com suas folhas longas, rígidas e pontiagudas em tons de verde intenso. No centro da cena há uma balança artesanal suspensa, montada de forma simples e funcional. Sua estrutura principal foi construída utilizando a “flecha” do próprio sisal, parte rígida e resistente da planta, amarrada com fibras naturais. As hastes formam uma espécie de tripé inclinado, sustentando um prato metálico pendurado por correntes finas. Sobre esse prato está depositada uma grande quantidade de fibra de sisal recém-beneficiada, já separada após passar pelo motor desfibrador. As fibras aparecem úmidas, alinhadas e com coloração verde-clara vibrante, contrastando fortemente com os tons terrosos do ambiente ao redor. Abaixo da balança há uma peça metálica pesada, aparentemente reaproveitada de maquinário antigo, utilizada como contrapeso ou base de apoio. À direita, uma árvore serve como suporte auxiliar para objetos pendurados. A fotografia evidencia não apenas o cultivo do sisal, mas também os métodos tradicionais e artesanais presentes no processo de beneficiamento da fibra, mostrando o aproveitamento integral da própria planta na construção das ferramentas utilizadas no trabalho cotidiano.

"A primeira pesagem do sisal": após a retirada da fibra do sisal, que ainda se encontra úmida, ela é pesada e organizada em fardos, com peso padrão de 25 kg. Essa etapa é fundamental para facilitar o transporte da fibra até os locais de secagem.

Descrição da imagem: 
A imagem mostra uma área de plantação de sisal em ambiente rural, cercada por vegetação típica do semiárido. O solo é seco, coberto por restos de fibras, folhas e resíduos do beneficiamento da planta. Ao fundo e nas laterais, é possível observar diversos pés de sisal ainda plantados, com suas folhas longas, rígidas e pontiagudas em tons de verde intenso.
No centro da cena há uma balança artesanal suspensa, montada de forma simples e funcional. Sua estrutura principal foi construída utilizando a “flecha” do próprio sisal, parte rígida e resistente da planta, amarrada com fibras naturais. As hastes formam uma espécie de tripé inclinado, sustentando um prato metálico pendurado por correntes finas.
Sobre esse prato está depositada uma grande quantidade de fibra de sisal recém-beneficiada, já separada após passar pelo motor desfibrador. As fibras aparecem úmidas, alinhadas e com coloração verde-clara vibrante, contrastando fortemente com os tons terrosos do ambiente ao redor.
Abaixo da balança há uma peça metálica pesada, aparentemente reaproveitada de maquinário antigo, utilizada como contrapeso ou base de apoio. À direita, uma árvore serve como suporte auxiliar para objetos pendurados.
A fotografia evidencia não apenas o cultivo do sisal, mas também os métodos tradicionais e artesanais presentes no processo de beneficiamento da fibra, mostrando o aproveitamento integral da própria planta na construção das ferramentas utilizadas no trabalho cotidiano.
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